2 de dezembro de 2015

GT – Flora

Coordenadores:

  • Ana Cristina Crestani (Bióloga, Mestranda em Ecologia e Conservação – UESC)
  • Juliana Gatti Pereira (Fundadora Presidente na empresa Árvores Vivas)
  • Pavel Dodonov (Pós doc do Programa Ecologia e Conservação – UESC)

Membros:

  • Alessandra Penha
  • Aline Lopes
  • Ana Lúcia Villas-Boas
  • André Braga
  • Carolina Siniscalchi
  • Caroline Andrino
  • Carol Paiva
  • Carolina Stella Gonçalves
  • Catarina Jakovac
  • Clarice Aquino
  • Daniela Sampaio
  • Daniela Zappi
  • Edyla Andrade
  • Helena Boyadjian
  • Ivone San Martin Gajardo
  • Jairo Silva
  • José Luiz Purri
  • Juliana Gastaldello Rando
  • Maria Rosa Darrigo
  • Milton Groppo
  • Nicolli Bruna Cabello
  • Rafael de Oliveira Xavier
  • Renata Vilar de Almeida
  • Rochelle Lima R. Santos
  • Rogério Gribel
  • Talita Ariela Sampaio e Silva

 

Abordagem: Impacto na vegetação

Objetivos:

  • Elaborar um banco de dados com as espécies ocorrentes na Bacia do Rio Doce, contendo para cada espécie, autor, família, Estado e Município ocorrente bem como suas coordenadas geográficas.
  • Verificar as fitofisionomias que se distribuem na área impactada (classificação da vegetação segundo IBGE, 2012): Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila Densa (florestas ciliares conservadas ou secundárias); floresta paludosa (brejo); pasto; etc;
  • Categorizar as espécies endêmicas e ameaçadas (classificação IUCN; MMA, por exemplo);
  • Elaborar um mapa com a distribuição das espécies, sobrepondo com as áreas atingidas, que sirva de base para quantificar o nível do impacto causado na vegetação da Bacia, principalmente nas espécies endêmicas e ameaçadas; este mapa também será importante para a execução de diversos estudos científicos e técnicos da área, que visem a sua restauração;
  • Elaboração de propostas de restauração ambiental da Bacia do Rio Doce – planejamento de trabalhos de viveiros, plantios, banco de sementes, identificação de espécies nativas para ser utilizada em cada fase.